Aldeias do Xisto

BARROCA

Aqui cheira a pinhal e com razão! A moldura verde de pinheiro bravo que cerca a aldeia dá-lhe um toque rural esboçado entre o Rio Zêzere e a floresta. Na Aldeia do Xisto da Barroca a paisagem é também marcada pelas escombreiras resultantes da exploração de minério das Minas da Panasqueira e pelas construções de xisto que se revezam com casas caiadas de branco. Na trama urbana da aldeia todas as ruas vão dar ao rio onde se podem observar gravuras rupestres no Poço do Caldeirão ou relaxar na Zona de Lazer.

Visite a Casa Grande da Barroca e o Centro de Interpretação de Arte Rupestre ou surpreenda-se com produtos agroalimentares e de Craft Design na Loja das Aldeias do Xisto. Não conclua aqui a sua visita sem subir ao miradouro do Santuário da Sr.ª da Rocha para capturar aquela fotografia especial!


JANEIRO DE CIMA

É uma aldeia única e tem motivos para o ser! Construída com pedras roladas conquistadas ao Rio Zêzere, a arquitetura típica de Janeiro de Cima faz o encanto dos visitantes numa trama labiríntica de quelhas, ruelas e balcões com surpreendentes recantos. Para quem nunca experimentou um tear manual, esta dica é para si. Visite a Casa das Tecedeiras no centro da aldeia e saiba tudo sobre o ciclo do linho, cultivado outrora nas margens do rio e que hoje dá origem a peças modernas e originais, urdidas pelas tecedeiras da aldeia.

 É nos meandros do rio que encontramos o Parque Fluvial da Lavandeira, seja inverno ou verão, a beleza e tranquilidade do lugar são incontestáveis. Não tem a areia das praias do litoral, mas tem relva verde e espaço para estender a toalha. Já agora, se gosta de canoagem ou está a pensar em experimentar, veio ao sítio certo! Basta solicitar o equipamento ou, se preferir algo mais “old fashion”, experimentar um passeio em barca tradicional. Aqui, até podemos estar muito longe de Veneza, mas o “gondoleiro”, tem sotaque beirão! Se a água lhe abrir o apetite, os maranhos, os peixes do rio ou cabrito e a tigelada estão decididamente na ementa, experimente!

Aldeias de montanha

Alpedrinha

Terra natal de um dos mais célebres cardeais portugueses, D. Jorge da Costa, a vila foi também assolada pelas Invasões Napoleónicas. Talhadas na pedra da encosta leste da Gardunha, as ruas da vila sugerem a subida, guiada pela silhueta das torres da Igreja Matriz e pelo trajeto sinuoso das ruas onde, o grão da pedra granítica confere uma textura única a impressionantes edifícios. A Capela de Santa Catarina, os Antigos Paços do Concelho e o Pelourinho são alguns dos pontos de referência coroados pelo imponente Chafariz D. João V ou pela elegância barroca do Palácio do Picadeiro. Aproveite o cenário e descanse nas namoradeiras do palácio, sim, porque estes bancos de pedra “vis a vis” serviam no século XVIII para cativar a cara-metade à moda antiga, tudo com a devida distância exigida pelo decoro e pelos trajes faustosos da época. Detenha-se por aqui na vista e capture o momento!


Alcongosta

Está em Alcongosta no mês de junho. Qual a ideia? Provar cereja certamente! Nesta aldeia não encontra nem centros comerciais, nem trânsito e, o único burburinho que pode ouvir está no cerejal, tal é a azáfama da colheita. Ao entrar num pomar, a algazarra inicial provocada pela excitação de miúdos (e graúdos) em colher e comer, dá lugar ao silêncio da degustação crocante da melhor cereja de Portugal. Nada melhor que colher para a barriga e para o cesto claro está! Para mãos mais atrevidas, há sempre um conselho de como manusear esta fruta delicada sem danificar a árvore.

No centro da aldeia pode visitar a Igreja Matriz ou degustar, durante todo o ano, Doces, Compotas e Licores elaborados com tradição e atenção a todos detalhes. Não se dispensa uma visita a um cesteiro tradicional que, com arte e labor ancestrais, manuseia a madeira de castanheiro como um verdadeiro mestre. Se está a pensar em visitar Alcongosta durante a Primavera, o final do mês de março e o início de abril reservam-lhe o espetáculo da Cerejeira em Flor, efémera e branca, promete a cada ano a doçura e o sabor a que já nos acostumou a Cereja do Fundão.

Finalmente, a Casa da Cereja é ideal para conhecer tudo o que há para saber sobre esta história desta árvore e frutos tão apetecidos. Para terminar, nada como aventurar-se até à Casa do Guarda a 900 metros de altitude e admirar a paisagem de toda a região ou, se preferir, ficar Zen no Parque de Merendas abastecido por uma Cesta Piquenique e boa companhia.


Alcaide

Ao atravessar a Gardunha pela estrada N18, a beleza natural e a panorâmica que o passeio oferece convida-nos a visitar a aldeia de montanha do Alcaide. Com um património interessante, a aldeia desdobra-se simultaneamente num casario tradicional com edifícios nobres. Destacam-se as casas de João Franco, e Cunha Leal, a Igreja Matriz dominada pela imponente Torre Sineira ou, singelas capelas espalhadas pela aldeia. Aproveite ainda as vistas do Santuário de S. Macário numa panorâmica privilegiada.

O mês de novembro no Alcaide reserva-lhe uma experiência única com os Míscaros, cogumelo silvestre que dá nome a um festival de outono sugerindo mais que razões para a visita de quem se considera um bom garfo. Pode contar com chefes de renome, passeios micológicos, animação e palestras, tudo num ambiente familiar que promove o património fúngico, paisagístico, cultural e ambiental da Gardunha.

Aldeia histórica

É de granito com certeza, com portas coloridas, balcões floridos, mas sobretudo, é um lugar a repetir! Se quer mergulhar na história e no património, Castelo Novo é do melhor que existe! Aconselhamos a percorrer esta Aldeia Histórica de Portugal e a ficar refém das palavras de José Saramago.

A subida ao Castelo vale por si só, uma conquista para carregar baterias e contemplar a vista sobre a Serra da Gardunha, os telhados da aldeia, para sentir o tempo parar no voo das andorinhas sobre a Torre de Sineira ou, simplesmente para assimilar este lugar único. Na aldeia, fontes e caleiros não faltam, feitos de pedra antiga onde o som dá água corta o silêncio e refresca só de o ouvir.

Se está na companhia dos mais pequenos, o Atelier de Histórias Criativas reserva momentos onde se podem ouvir as lendas das 12 aldeias históricas e dar largas á criatividade. Não se despeça da aldeia sem visitar a Lagariça, a Igreja Matriz, os Antigos Paços do Concelho e Pelourinho ou, nos dias quentes, fazer um descanso na Praia Fluvial.

Centro histórico

À primeira vista, o topónimo do Fundão pode fazer-nos imaginar uma cidade onde o sol só bate ao meio dia, no entanto, quem cá vem surpreende-se com o espaço e a vista privilegiada para a Serra da Estrela e, sobretudo, sente-se em casa. O símbolo da cidade é uma árvore de fruto, revelando a sua verdadeira origem fundiária (vulgo) agrícola. A cidade é calma e segura com inúmeras opções de visita.

O Centro Histórico é o local ideal para se sentir a alma dos fundanenses e é aconselhável perder-se nas lojas do Comércio Tradicional onde receitas locais têm o sabor de cereja. Mesmo para quem gosta de vigiar a linha, é obrigatório provar um ou dois Pastéis de Cereja ao calcorrear as ruas típicas ou a absorver o circuito de Arte Urbana assinado pelos melhores artistas. A Rua da Cale é local de passagem das antigas comunidades judaicas e, no Museu Arqueológico Municipal José Alves Monteiro, pode descobrir um passado milenar. A Igreja Matriz surpreende com excelente trabalho em talha dourada e, na Praça do Município pode fazer uma pausa nas várias esplanadas instaladas à sombra das árvores e da Antiga Fábrica de Lanifícios, edifício pombalino que é hoje sede do município. Reponha energias e aproveite para visitar os restaurantes locais e degustar a cozinha regional.

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